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Educação » Natal

Prefeito de Natal suspende calendário escolar da rede municipal; aulas só em 2021

Prefeito Álvaro Dias – Foto: Elpídio Júnior / CMN

O prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB), decidiu nesta terça-feira 8 suspender o calendário da rede pública municipal de ensino. Com a medida, as aulas presenciais nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI) e em todas as escolas municipais serão retomadas apenas em 2021.

O adiamento será publicado na edição desta quarta-feira 9 do Diário Oficial do Município (DOM). De acordo com o texto, caberá à Secretaria Municipal de Educação (SME) planejar a compensação das aulas que foram suspensas, com o fim de diminuir os prejuízos no calendário escolar.

Com o novo decreto, o prefeito Álvaro Dias toma posicionamento semelhante ao adotado pela governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT). Ela afirmou nesta terça-feira 8 que as aulas presenciais na rede pública estadual de ensino só devem retornar em 2021. A decisão foi articulada junto às gestões municipais.

“Em 2020, as escolas darão continuidade às atividades não-presenciais, intensificando aulas online por plataformas digitais. O plano de retomada priorizará a preparação das estruturas físicas e pedagógicas para assegurar a segurança dos estudantes e dos profissionais”, disse a governadora.

No entanto, para as escolas particulares, continua valendo o indicativo de retorno para o dia 5 de outubro, desde que os colégios sigam as recomendações do comitê científico estadual para uma retomada segura. Segundo a versão preliminar do protocolo para a retomada, as atividades serão reiniciadas de forma gradual, por meio de rodízio.

Na manhã desta terça 8, representantes de escolas particulares e pais de alunos fizeram um protesto na praça Sete de Setembro, no centro da capital potiguar, para pedir a retomada das atividades presenciais.

Leia o decreto da Prefeitura de Natal:

DECRETO Nº 12.049, DE 09 DE SETEMBRO DE 2020

Prorroga a suspensão das aulas na Rede Pública Municipal de Ensino, e define outras medidas.

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DO NATAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Artigo 55, inciso IV, da Lei Orgânica do Município do Natal;
CONSIDERANDO as disposições do Decreto Municipal no 11.920, de 17 de março de 2020, que decretou situação de emergência no Município de Natal em razão da grave crise de saúde pública decorrente da pandemia da COVID-19 (novo coronavírus), reconhecida pela Organização Mundial de Saúde – OMS;
CONSIDERANDO a superveniência do Decreto Municipal no 11.923, de 20 de março de 2020, que declarou estado de calamidade pública no Município de Natal;
CONSIDERANDO o disposto no Decreto de no 12.039, de 27 de agosto de 2020, o qual tratou da suspensão das aulas na Rede Pública Municipal de Ensino até 31 de agosto de 2020;
CONSIDERANDO o disposto no Decreto de no 12.040, de 31 de agosto de 2020, o qual tratou da suspensão das aulas na Rede Pública Municipal de Ensino até 30 de setembro de 2020;
CONSIDERANDO a necessidade de se manter a suspensão das aulas na Rede Pública Municipal de Ensino;
DECRETA:
Art. 1o Fica prorrogada a suspensão das aulas na Rede Pública Municipal de Ensino, para
todo o ano letivo de 2020.
§1o. O prazo previsto no caput deste artigo poderá ser revisto a qualquer tempo, antecipado ou prorrogado.
§2o. Caberá à Secretaria Municipal de Educação expedir ato próprio disciplinando a forma de compensação futura das aulas que foram suspensas, com o fim de diminuir os prejuízos no calendário escolar e com a finalidade de reposição das aulas.
Art. 2o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Palácio Felipe Camarão, em Natal, 08 de setembro de 2020.

ÁLVARO COSTA DIAS – Prefeito
PALÁCIO FELIPE CAMARÃO

Agora RN
Educação

Desafio do retorno às aulas no Brasil passa pelo excesso de alunos por sala

Reabertura da escola depende da capacidade de manter uma distância segura de 1 a 2 metros entre alunos e funcionários. Foto: Jose Jordan/ AFP

O impacto da Covid-19 na educação é um dos temas do relatório mais recente da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o documento afirma que as escolas brasileiras ficaram fechadas por mais tempo que a média dos outros países estudados e isso vai impactar a aprendizagem e habilidades dos alunos. O fechamento de escolas e universidades foi uma das alternativas encontradas pelas autoridades no mundo todo para desacelerar a contaminação pelo coronavírus.

“No Brasil, os fechamentos começaram a partir de 12 de março e, em 25 de março, eles passaram a ser nacionais. No final de junho, o país havia experimentado 16 semanas de fechamento efetivo das escolas de alguma forma, em comparação com 14 semanas em média dos países da OCDE. No entanto, o impacto real em alguns países pode ter sido menos severo, pois alguns desses períodos incluíram férias escolares programadas”, diz o relatório.

Vale ressaltar que em alguns lugares as escolas ainda não reabriram e que a pesquisa da OCDE pegou apenas o período entre 17 de fevereiro e 30 de junho, ou seja, os dados do Brasil são bem maiores que o apresentado. É o caso do Estado de São Paulo, por exemplo, que fez protocolos para o retorno das aulas e, nele, a expectativa é de reinício das atividades de maneira mais ampla apenas em outubro. Isso se as condições da pandemia continuarem apresentando alguma melhora. Na capital paulista, por exemplo, o prefeito Bruno Covas (PSDB) proibiu o retorno no mês de setembro.

“A reabertura da escola no contexto da pandemia depende da capacidade de manter uma distância segura de 1 a 2 metros entre alunos e funcionários. Países com turmas menores podem achar mais fácil cumprir as novas restrições de distanciamento social. No Brasil, o tamanho médio das turmas no ensino fundamental inicial é de 24 alunos em instituições públicas, o que é maior do que a média da OCDE, de 21 alunos”, continua o documento.

“Nas instituições públicas de ensino fundamental anos finais, há 28 alunos por turma no Brasil, em comparação com 23 alunos por turma em média nos países da OCDE. No entanto, a necessidade de reduzir o tamanho das turmas pode depender de outros fatores, como espaço físico, a disponibilidade de salas e funcionários, e decisões pessoais dos alunos e funcionários sobre o retorno à escola”, diz.

Na realidade brasileira, uma das alternativas que vem sendo discutida é o rodízio de alunos nos dias da semana, o que possibilitaria reduzir o número de pessoas presentes por dia na escola. Isso por causa do excesso de estudantes por turma em média e a falta de espaço físico para conseguir manter o distanciamento social durante as aulas.

“A pandemia não parou nas fronteiras nacionais. Afetou pessoas independentemente de nacionalidade, nível de educação, renda ou gênero. Mas não se pode dizer o mesmo para suas consequências, que atingiram de forma mais dura os mais vulneráveis. A educação não é exceção. Alunos de origem privilegiada, apoiados por seus pais e estimulados a aprender, puderam encontrar caminhos alternativos de aprendizagem apesar das portas fechadas nas escolas. Já as pessoas de origem menos favorecida frequentemente permaneceram bloqueadas quando suas escolas fechavam”, afirma a OCDE.

Entre as medidas para auxiliar os estudantes durante o fechamento das escolas estão principalmente as atividades remotas por rádio e televisão, os recursos de aprendizagem online e kits de instrução. Sem contar as aulas em tempo real e encontros virtuais com professores. Até por isso, o relatório pede para que as escolas e instituições continuem investindo nessa capacidade de ensinar à distância, reforçando a infraestrutura disso mesmo com o retorno das aulas presenciais.

Segundo a organização, alguns países conseguiram oferecer apoio aos estudantes durante a pandemia, como suporte de equipamento para aprendizagem à distância, apoio financeiro para alunos e escolas e recursos para segurança e limpeza de equipamentos. Um dos grandes desafios será retomar o investimento na educação, pois a prioridade em muitos países passou a ser a injeção de dinheiro nas áreas de saúde e na economia.

Para reabrir as escolas, a OCDE diz que é importante fazer uma avaliação de riscos entre os funcionários, desenvolver protocolos claros para o retorno, revisar as políticas de frequência para ajustar possíveis situações de ausência por motivos de saúde e garantir o treinamento adequado para professores e funcionários.

“A mudança real geralmente ocorre em crises profundas, e neste momento mantém a possibilidade de não voltarmos ao status quo quando as coisas voltarem ao ‘normal’. Embora esta crise tenha profundas implicações disruptivas, inclusive para a educação, não têm resultados pré-determinados. Será a natureza das nossas respostas coletivas e sistêmicas a essas rupturas que irão determinar como somos afetados por elas”, conclui.

Estadão
Educação » Rio Grande do Norte

RN: Retorno das aulas presenciais será discutido na quarta-feira 2

Aulas presenciais foram paralisadas no dia 18 de março por força de um decreto estadual. Foto: Reprodução

O Comitê Científico do Rio Grande do Norte, criado durante a pandemia do coronavírus, vai se reunir nesta quarta-feira 2 com o objetivo de discutir o retorno das aulas presenciais. A informação foi confirmada ao Agora RN pela assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde do estado (Sesap). As escolas estão há quase seis meses com as atividades suspensas para evitar a disseminação da Covid-19.

As aulas presenciais foram paralisadas no dia 18 de março por força de um decreto estadual, que foi renovado nos últimos meses e deve continuar em vigor até o dia 14 de setembro, caso não seja prorrogado novamente. No dia 13 de agosto, a governadora Fátima Bezerra (PT) informou que os especialistas apontaram que as condições sanitárias ainda não eram favoráveis para o retorno às aulas.

O Comitê vai analisar, agora, se a melhoria no quadro da pandemia no estado é efetiva e suficiente para uma retomada segura. No mais recente parecer, o colegiado ressaltou que o retorno às salas de aula deve ocorrer apenas quando for verificado baixo risco de contágio entre os integrantes da comunidade escolar – pais, alunos, professores e demais trabalhadores.

De acordo com a secretaria, é observada uma queda sustentada dos números da pandemia entre os potiguares, refletida na assistência hospitalar. Dados extraídos do portal Regula RN mostram que o percentual de ocupação dos leitos críticos Covid-19 da rede pública alcançou 37,24% na tarde deste domingo 30 – a menor taxa desde abril. Há também 169 leitos críticos e 187 leitos clínicos disponíveis.

Segundo a Sesap, todas as regiões de saúde seguem apresentando queda na incidência de novos casos de infecção, assim como na taxa de mortalidade pela Covid-19.

“Estamos com a taxa de transmissibilidade considerada positiva, abaixo de 1”, indicou a coordenadora e Articuladora das Redes de Atenção à Saúde da Sesap, Samara Dantas. Até este fim de semana, o estado contabilizava 61.506 casos e 2.241 óbitos causados pela doença.

É esperado ainda para esta semana que o Comitê Setorial da Educação elabore os protocolos necessários para a retomada das aulas presenciais, conforme informou a Secretaria Estadual da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer (SEEC). As regras serão para as áreas pedagógica, normativa e de biossegurança.

Sindicato das escolas particulares elaborou protocolo

O sindicato que representa as escolas particulares do Rio Grande do Norte entregou ao Comitê uma proposta de protocolo elaborado para a retomada em formato “híbrido”. Enviada na quinta-feira 27, a sugestão é de que cada família escolha entre mandar os alunos para aulas presenciais ou manter o ensino remoto. A entidade alega que as instituições estão preparadas para este tipo de ensino.

O plano feito pelo sindicato prevê que o retorno dos níveis de ensino seja gradual; ambientes arejados e com ventilação; limpeza constante e álcool em gel na entrada, corredores e salas; além disso, indica que os alunos só devem chegar na hora da aula, que eles não poderão compartilhar comidas ou objetos e que os bebedouros de água ficarão interditados.

Ceará autorizou retomada
Colega de partido de Fátima, o governador cearense Camilo Santana liberou atividades presenciais em creches e escolas particulares para aulas de pré-escola a partir de 1º de setembro. Ele destacou que a liberação das atividades se deu após aval do Comitê Científico do Ceará. Inicialmente, a capacidade será para 30% das crianças e as unidades devem dar aos pais a opção pelo ensino remoto.

O governador afirmou também que a autorização para escolas públicas e demais séries das escolas privadas será avaliada no decorrer da semana pela equipe científica.

Agora RN
Educação

Escolas de todo o país estão liberadas de cumprir 200 dias letivos em 2020

O presidente Jair Bolsonaro em Brasília / Foto: Adriano Machado/Reuters

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (18) a Medida Provisória 934, que desobriga as escolas de educação básica e as universidades do cumprimento da quantidade mínima de dias letivos em 2020, durante o estado de calamidade pública em decorrência da pandemia de Covid-19. É o que diz matéria da CNN publicada nesta quarta-feira (19).

A MP havia sido aprovada no Senado Federal no dia 23 de julho e aguardava a sanção presidencial.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que, “com vistas à adequação do projeto à constitucionalidade, bem como ao interesse público”, e após manifestação técnica de outros ministérios, o presidente decidiu vetar seis dispositivos do texto da MP. A senção e os vetos foram publicados no Diário Oficial da União desta quarta-feira (19).

“A MP determina que os estabelecimentos de educação infantil serão dispensados de cumprir tanto os 200 dias obrigatórios do ano letivo quanto a carga mínima de 800 horas exigidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Já as escolas de ensino fundamental e médio terão de cumprir a carga horária exigida em lei, mas ficam dispensadas de cumprir o mínimo de 200 dias letivos”, diz a matéria.

Ainda de acordo com a reportagem, “as instituições de ensino superior também não serão obrigadas a cumprir os 200 dias letivos, mas a carga horária prevista da grade curricular de cada curso deve ser cumprida. Pelo projeto, não deverá haver prejuízo aos conteúdos essenciais para o exercício da profissão e as atividades pedagógicas não presenciais também serão admitidas para completar a carga horária”.

CNN
Educação

Inscrições para o Fies começam nesta terça-feira (28)

Inscrições do Fies para o 2º semestre de 2020 começam nesta terça (28)

Começam nesta terça-feira (28) e seguem até 31 de julho, pelo site as inscrições no processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), para o 2º semestre de 2020. O resultado será divulgado no dia 4 de agosto. Pelo cronograma, o período para complementação da inscrição dos candidatos pré-selecionados será do dia 4 até 6 de agosto.

Inicialmente, as inscrições no programa eram esperadas para a semana passada, mas foram adiadas depois que o Ministério da Educação (MEC) identificou inconsistências no processamento da distribuição das vagas ofertadas pelas instituições de ensino superior. Segundo o MEC, a medida foi importante para assegurar “a lisura e a transparência do processo seletivo”.

Lista de espera
Os candidatos não pré-selecionados na chamada única do Fies podem disputar uma das vagas ofertadas por meio da lista de espera. Diferentemente dos processos seletivos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade Para Todos (Prouni), para participar da lista de espera do Fies não é necessário manifestar interesse. Todos os não pré-selecionados na chamada única serão, automaticamente, incluídos na lista de espera. O prazo de convocação por meio da lista de espera é do dia 4 até às 23h59 de 31 de agosto.

Requisitos
Pode se inscrever na seleção do Fies o candidato que tenha participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010, e que tenha alcançado média das notas nas provas igual ou superior a 450 pontos. O interessado não pode ter zerado a redação e deve ter renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos.

Programa
O Fies é um programa do MEC que concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos em instituições de educação superior particulares que participam do programa.O Fies é um modelo de financiamento estudantil moderno, divido em diferentes modalidades, podendo ter juros zero a quem mais precisa e uma escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato.

EBC
Educação

Termina nesta sexta (17) prazo para inscrições no ProUni

Estudantes interessados em concorrer a uma das cerca de 170 mil bolsas oferecidas pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) têm até hoje (17), às 23h59, para concluir o formulário de cadastro no portal do aluno.

O ProUni oferece bolsas integrais e parciais para instituições de ensino superior da rede privada. Segundo o Ministério da Educação, essa edição do programa beneficiará 167.780 alunos que ingressarão no ensino superior. O programa dispõe de 60.551 bolsas integrais e 07.229 bolsas parciais, que cobrem 50% da mensalidade do curso selecionado.

“O ProUni é um programa de inclusão social de maior eficiência e eficácia. É um programa com meta clara e regras transparentes de concessão de benefícios fiscais. Não consigo pensar em um exemplo melhor de programa de transferência de renda e diminuição da desigualdade social”, afirmou a presidente Associação Nacional das Universidades Privadas (Anup), Elizabeth Guedes.

Podem participar aqueles que fizeram a última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e alcançaram no mínimo 450 pontos. Os interessados nas bolsas não podem ter recebido nota zero na redação.

Perfeito, apesar da pandemia

Segundo Elizabeth Guedes, a execução do ProUni de 2020 foi impecável, apesar das circunstâncias da pandemia de covid-19 e dos entraves criados pela quarentena e pelo isolamento social. “Nunca houve uma edição tão transparente, eficiente e sem problemas como a deste ano. Hoje, quando terminar o prazo, todos os estudantes interessados em concorrer a uma bolsa do ProUni terão conseguido. Todas as inscrições foram feitas sem problemas de servidor, sem indisponibilidade de sistemas, com o site no ar em 100% do tempo. Não haverá adiamento ou ampliação do prazo, já que todas as metas estabelecidas foram cumpridas”, ressaltou a presidente da Anup.

Impacto econômico

O ProUni de 2020 poderá ser responsável, em parte, pela recuperação econômica de instituições de ensino superior, diz Elizabeth Guedes. “Uma vez que a inadimplência no setor cresceu 70%, acompanhada da evasão, os fundos do ProUni garantem o pagamento de impostos sem uso de caixa. Com as bolsas, professores e alunos são mantidos em sala de aula, mesmo sem a previsão de normalidade”, explicou a executiva.

Calendário

O cronograma prevê, após o fim das inscrições, a divulgação do resultado da 1ª chamada no dia 21 de julho, a comprovação de informações da 1ª chamada até o dia 28 deste mês e o resultado da 2ª chamada no dia 4 de agosto.

Agência Brasil
Educação

Inscrições para o Sisu começam nesta terça-feira (7)

Ilustrativa

A partir desta terça-feira (7), estudantes que participaram da edição de 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem se inscrever para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do meio do ano. Até sexta-feira (10) serão oferecidas mais de 51 mil vagas em instituições de ensino superior do país.
Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu 2020.2 vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD). Além de ter feito o Enem de 2019, os interessados não podem ter zerado a redação. Estudantes que fizeram o exame na condição de treineiros também não podem participar.

Como se inscrever?

Por meio do site do Ministério da Educação (MEC), na tela “Minha inscrição”, o candidato poderá escolher até duas opções de cursos, por prioridade, na mesma instituição ou em universidades diferentes. Para fazer a primeira escolha, basta clicar em “Fazer inscrição na 1ª opção”. A pesquisa de vagas pode ser feita por nome do município, instituição ou curso. Após selecionar a opção, basta clicar em “Escolher este curso” para continuar.

Nesta fase, o candidato deverá indicar se irá participar do Sisu pelas vagas de ampla concorrência, pela Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) ou pelas políticas afirmativas das instituições. No caso das universidades e institutos federais, os alunos de escola pública que se candidatarem às vagas reservadas serão divididos em grupo e subgrupo, conforme renda familiar e raça. Clique em “Escolher esta modalidade” para continuar.

Critérios

De acordo com o edital do Sisu, a ordem dos critérios para a classificação de candidatos é a seguinte: maior nota na redação, maior nota na prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; maior nota na prova de Matemática e suas Tecnologias; maior nota na prova de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e maior nota na prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias.

Lista de Espera

Segundo cronograma divulgado pelo MEC, o resultado da primeira chamada do Sisu será divulgado no dia 14 de julho. O candidato que não foi selecionado em uma das duas opções, em primeira chamada, deverá manifestar seu interesse em participar da lista de espera, por meio da página do Sisu na internet, entre os dias 14 e 21 de julho. A partir daí, basta acompanhar as convocações feitas pelas instituições para preenchimento das vagas em lista de espera, observando prazos, procedimentos e documentos exigidos para matrícula ou para registro acadêmico, estabelecidos em edital próprio da instituição, inclusive horários e locais de atendimento por ela definidos.

Agência Brasil
Educação » Rio Grande do Norte

Professor da UFRN de Currais Novos participa da elaboração de dicionário com termos sobre o coronavírus

O projeto já conta com traduções em cinco idiomas

Um professor cearense está envolvido na elaboração de um dicionário voltado apenas para termos relacionados ao novo coronavírus. O professor Márcio Santiago, do Departamento de Letras do Centro de Ensino Superior do Seridó da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – Ceres Currais Novos, é o responsável pelos termos na Língua Portuguesa. O projeto já conta com traduções em cinco idiomas: catalão, espanhol, português, inglês e francês.

Iniciativa do Centro de Terminologia da Catalunha (TERMCAT), em Barcelona (Espanha), a plataforma digital “Termes del Coronavirus” – Termos do Coronavírus, em tradução literal para o português – tem o envolvimento também do Departamento de Saúde do Governo da Catalunha, a Sociedade Catalã do Dicionário Enciclopédico de Medicina (SOCDEMCAT).

“Essa instituição é um órgão do governo catalão e eu já colaborei com eles outras vezes, em 2014 eu participei da elaboração do dicionário das redes sociais [com eles também].Dada essa minha formação e a minha colaboração anterior, estivemos em contato e estou participando”, conta o professor Márcio Santiago, que possui mestrado e doutorado na área de Terminologia, sobre como surgiu a parceria para participação no projeto.

O dicionário online já possui cerca de 140 termos, no momento, e segue aberto para atualizações. “Esse dicionário foi elaborado, mas ele está em processo de atualização semanal, praticamente. Porque é tudo muito dinâmico, o coronavírus vai se desenvolvendo e as notícias vão se desenvolvendo, e a obra é aberta, [então] vai atualizando de acordo com a evolução da pandemia e as notícias a respeito”, explica o professor cearense.

O dicionário que contém informações relevantes sobre o vírus Sars-Cov-2, sobre a doença que ele causa, a Covid-19, e sobre termos bastante usados durante esse período pandêmico recebe a colaboração o professor na hora de traduzir os termos para o Português. Eles me mandam as listas, dos termos, em Catalão e em Espanhol, e então eu devolvo para eles com os termos equivalentes em Português”, explica.

O professor também ressalta que não é apenas uma tradução comum, básica, do termos que é feita, tem todo um estudo envolvido. “Esse equivalente não é uma escolha livre, envolve uma pesquisa em documentos oficiais. Existem traduções que são bem distintas, alguns mais complexos, que precisam ser buscadas em dicionários especializados”, comenta. “Por exemplo, o termo ‘velocidade reprodutiva empírica’, que não tem em Português, e aí a gente tem que procurar o termo equivalente em português para poder oferecer uma informação confiável”, completa.

Blog do Ismael Medeiros
Educação

Educação: Inscrição para o Sisu é adiada e vai de 7 a 10 de julho

O processo seletivo do programa, para vagas em cursos de graduação, usa as notas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) como critério de classificação

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre de 2020, previstas para 16 a 19 de junho, foram prorrogadas para 7 a 10 de julho. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, no Twitter. O edital será publicado nos próximos dias no Diário Oficial da União. https://twitter.com/AbrahamWeint/status/1272920454097973250

Segundo o ministro, até o momento, as instituições públicas já disponibilizaram 51 mil vagas e o número pode subir. Weintraub destacou que pela primeira vez haverá oferta de vagas na modalidade de ensino a distância (EaD).

O processo seletivo do programa, para vagas em cursos de graduação, usa as notas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) como critério de classificação. Os estudantes interessados em concorrer a uma vaga em uma universidade ou instituto público poderão consultar os cursos e o número de vagas que serão disponibilizados por cada instituição participante.

Agência Brasil
Educação

MEC prorroga suspensão das aulas até 15 de junho em todo o Brasil

O Ministério da Educação decidiu prorrogar por mais 30 dias a suspensão das aulas presenciais em todo o país. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (13) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
A suspensão das aulas presenciais e autorização da substituição por aulas em meios digitais foram decretadas no dia 17 de março, inicialmente por apenas 30 dias.

Desde então, este é o segundo adiamento do prazo. No dia 15 de abril, em decorrência do agravamento da crise sanitária no Brasil, o MEC publicou uma portaria adiando o retorno do ensino presencial.

O novo prazo também é prorrogável, “a depender de orientação do Ministério da Saúde e dos órgãos de saúde estaduais, municipais e distrital”.

Agora RN

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