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Coronavírus

Organização Mundial de Saúde: risco de pegar covid-19 em aviões é ‘muito baixo’, mas não zero

Estudo do Departamento de Defesa dos Estados Unidos descreveu, na semana passada, a probabilidade de se contrair a doença em aeronaves comerciais como “muito baixa”

O risco de a covid-19 se disseminar em voos parece ser “muito baixo”, mas não pode ser descartado, apesar de estudos só mostrarem um número pequeno de casos, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS).

“A transmissão em voo é possível, mas o risco parece ser muito baixo, dado o volume de viajantes e o número pequeno de relatos de casos. O fato de que a transmissão não é amplamente documentada na literatura publicada não significa, porém, que não acontece”, afirmou a OMS em comunicado à Reuters.

Estudo do Departamento de Defesa dos Estados Unidos descreveu, na semana passada, a probabilidade de se contrair a doença em aeronaves comerciais como “muito baixa”.

Mas algumas empresas aéreas usaram linguagem mais vigorosa para descrever o risco da transmissão em voo. Southwest Airlines e United Airlines disseram que estudos recentes mostraram que o risco é “virtualmente inexistente”.

A Southwest, uma das poucas empresas aéreas que atualmente mantêm o assento do meio desocupado, disse nessa quinta-feira que, à luz da pesquisa, revogará a interdição desses assentos.

No dia 8 de outubro, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) informou que só potenciais 44 casos de transmissão em voo foram identificados entre 1,2 bilhão de viajantes neste ano.

Agência Brasil
Coronavírus

Estudo liga menor risco de infecção por Covid-19 ao tipo sanguíneo O

A pesquisa fornece evidências adicionais de que o tipo sanguíneo (também conhecido como grupo sanguíneo) pode desempenhar um papel na suscetibilidade de uma pessoa à infecção e na chance de ter um surto grave da doença

Pessoas com tipo sanguíneo O podem ser menos vulneráveis à infecção pela Covid-19 e têm uma probabilidade reduzida de adoecer gravemente, de acordo com dois estudos publicados nesta quarta-feira (14). Especialistas dizem que mais pesquisas são necessárias.

A pesquisa fornece evidências adicionais de que o tipo sanguíneo (também conhecido como grupo sanguíneo) pode desempenhar um papel na suscetibilidade de uma pessoa à infecção e na chance de ter um surto grave da doença. As razões para esta ligação não são claras e mais pesquisas são necessárias para dizer quais implicações, se houver, tem para os pacientes.

Estudos adicionam evidências crescentes

Um estudo dinamarquês descobriu que entre 473.654 pessoas que foram testadas para Covid-19, apenas 38,4% com sangue tipo O tiveram resultado positivo — embora, entre um grupo de 2,2 milhões de pessoas que não foram testadas, esse tipo de sangue representasse 41,7% de a população.

Em outro estudo, pesquisadores no Canadá descobriram que entre 95 pacientes gravemente infectados pela Covid-19, uma proporção maior com sangue tipo A ou AB — 84% – necessitou de ventilação mecânica em comparação com pacientes com grupo sanguíneo O ou B, que era 61%.

O estudo canadense também descobriu que aqueles com sangue do tipo A ou AB tiveram uma permanência mais longa na unidade de terapia intensiva, uma média de 13,5 dias, em comparação com aqueles do grupo sanguíneo O ou B, que tiveram uma média de nove dias.

“Como clínico… está no fundo da minha mente quando olho para os pacientes e os estratifico. Mas, em termos de um marcador definitivo, precisamos de descobertas repetidas em muitas jurisdições que mostrem a mesma coisa”, disse o Dr. Mypinder Sekhon, médico intensivista do Vancouver General Hospital e autor do estudo canadense.

“Não acho que isso substitua outros fatores de risco de gravidade, como idade e comorbidades e assim por diante”, acrescentou Sekhon, que também é professor assistente clínico na Divisão de Medicina Intensiva e Departamento de Medicina da Universidade Britânica Columbia.

“Se você for do grupo sanguíneo A, não precisa entrar em pânico. E se for do grupo sanguíneo O, você não está livre para ir a pubs e bares.”

Não precisa se preocupar

Os humanos se enquandram em um dos quatro grupos sanguíneos: A, B, AB ou O. Nos Estados Unidos, os grupos sanguíneos mais comuns são O e A.

Faz pouca diferença para a vida diária da maioria das pessoas, a menos que você precise de uma transfusão de sangue. Nem as pessoas devem se preocupar indevidamente com a ligação entre o tipo de sangue e a Covid-19, disse o Dr. Torben Barington, o autor sênior do artigo dinamarquês e professor clínico no Odense University Hospital e na University of Southern Denmark.

“Não sabemos se isso é algum tipo de proteção do grupo O, ou se é algum tipo de vulnerabilidade nos outros grupos sanguíneos”, disse ele.

“Acho que isso tem interesse científico e, quando descobrirmos qual é o mecanismo, talvez possamos usá-lo de forma proativa de alguma forma em relação ao tratamento.”

No estudo dinamarquês, os pesquisadores analisaram dados de indivíduos dinamarqueses que foram testados entre 27 de fevereiro e 30 de julho, e a distribuição dos tipos sanguíneos entre essas pessoas foi comparada com dados de pessoas que não haviam feito o teste. Eles descobriram que o grupo sanguíneo não era um fator de risco para hospitalização ou morte por Covid-19.

Ambos os estudos foram publicados na revista Blood Advances.

Embora existam várias teorias, os pesquisadores ainda não sabem que mecanismo poderia explicar a ligação entre os diferentes grupos sanguíneos e a Covid-19.

Sekhon disse que isso pode ser explicado pelo fato de pessoas com sangue tipo O terem menos fator de coagulação, tornando-as menos propensas a problemas de coagulação no sangue. A coagulação tem sido o principal fator para a gravidade da Covid-19.

Outras explicações possíveis envolvem os antígenos do grupo sanguíneo e como eles afetam a produção de anticorpos que combatem a infecção. Ou pode estar ligado a genes associados a tipos de sangue e seus efeitos nos receptores do sistema imunológico.

“É uma observação científica interessante e repetida que realmente justifica um trabalho mecanicista posterior”, disse ele.

‘Importante questão de pesquisa’

As descobertas dos dois novos estudos fornecem “evidências mais convergentes de que o tipo de sangue pode desempenhar um papel na suscetibilidade de uma pessoa à infecção por Covid e na chance de ter um ataque grave de Covid-19”, disse o Dr. Amesh Adalja, pesquisador sênior do Centro de Segurança Sanitária da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, que não esteve envolvido em nenhum dos estudos.

Um estudo separado, publicado no The New England Journal of Medicine em junho, encontrou dados genéticos em alguns pacientes com Covid-19 e pessoas saudáveis, sugerindo que aqueles com sangue do Tipo A tinham um risco maior de se infectar, e aqueles com sangue do tipo O estavam um risco menor.

Esse estudo genético anterior, emparelhado com os dois novos estudos no Blood Advances, são “sugestivos de que este é um fenômeno real que estamos vendo”, disse Adalja, cujo trabalho é focado em doenças infecciosas emergentes.

“Embora ainda não tenhamos resultados robustos, é claramente sugestivo, e não vimos nada inconsistente com isso. O mesmo padrão tem emergido com o tipo de sangue O tendendo a ser o que está se destacando”, Adalja disse.

Adalja acrescentou que os tipos de sangue e sua suscetibilidade a várias infecções já foram estudados na medicina antes. Por exemplo, a pesquisa sugere que as pessoas com sangue tipo O parecem ser mais suscetíveis à infecção por norovírus.

Quanto ao novo coronavírus que causa a Covid-19, “Precisamos descobrir o mecanismo e entendê-lo em nível molecular para poder dizer com certeza como isso está ocorrendo – que este é realmente o tipo de sangue O e não algo esse tipo de rastreamento com o tipo de sangue O “, disse Adalja.

“Estamos começando a ver o suficiente agora que acho que é uma questão de pesquisa importante a ser respondida”, disse ele. “Há mais ciência a ser feita aqui, mas me parece que há mais evidências se acumulando para essa hipótese.”

Blog do Ismael Medeiros
Coronavírus » Rio Grande do Norte

RN chega a 73.071 casos confirmados e 2.420 mortes por Covid-19

O Rio Grande do Norte atingiu 73.071 casos confirmados de Covid-19 e 2.420 mortes pela doença desde o início da pandemia. Os dados foram atualizados no boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) nesta segunda-feira (12). O número de óbitos em investigação subiu para 370.

Em comparação com o último boletim divulgado, no sábado, houve um aumento de quatro mortes e 446 novos casos.

O novo boletim aponta que o estado subiu o número de casos suspeitos para 42.019 e os descartados são 157.353. O número de confirmados recuperados segue em 42.040 e o de inconclusivos, que agora são tratados como “Síndrome Gripal não especificada”, está em 52.794.

Atualmente, 181 pessoas estão internadas por causa da Covid-19 no estado, segundo a Sesap, sendo 147 na rede pública e 34 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 43,8% na rede pública e de 10% na rede privada.

O boletim da Sesap também aponta que o RN realizou 196.855 testes para coronavírus, sendo 96.054 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 100.801 sorológicos.

G1 RN
Coronavírus

Covid-19: Anvisa reduz exigências para análise de registro de vacinas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma nota técnica para simplificar o procedimento de análise de dados e registro de vacinas contra a covid-19 no país.

A nota reduz exigências para admissão do protocolo dos novos produtos. A proposta determina que, após a inclusão das informações, a equipe irá analisar documentação em até 20 dias.

O procedimento, chamado de submissão contínua, diz que a análise dos dados referentes aos imunizantes acontecerá na medida em que forem gerados e apresentados à Anvisa os resultados das pesquisas, “visando uma posterior submissão de registro quando do preenchimento dos requerimentos regulatórios necessários”.

De acordo com a agência reguladora, a estratégia tem como objetivo acelerar a disponibilização à população brasileira de vacinas contra o novo coronavírus, desde que garantidas a qualidade, a segurança e a eficácia.

Segundo a nota técnica, o pedido de registro da possível vacina deve ser protocolado com uma justificativa e conter informações sobre o status regulatório mundial, histórico de interações prévias do requerente com a Anvisa e um cronograma de submissão da documentação técnica a ser avaliada.

A cada nova etapa deverá ser feito um aditamento com informações sobre a pesquisa. Caberá à Anvisa analisar a documentação em até 20 dias, “a depender da quantidade de dados submetida, contados a partir da data do protocolo.”

O procedimento será repetido a cada nova submissão de informações. O número de ciclos de aditamentos dependerá do número de pacotes a serem submetidos pela empresa interessada, não havendo limite imposto pela Anvisa para este número.

“Os produtos que tiverem sua análise iniciada pelo procedimento de submissão contínua poderão ter submetido seu pedido de registro formal após a conclusão do último aditamento protocolado e após avaliação pela empresa quanto à suficiência dos dados de qualidade, eficácia e segurança para o estabelecimento de uma relação de benefício-risco positiva e robusta, considerando a indicação terapêutica pleiteada e as discussões prévias com a Anvisa”, diz a nota técnica.

Agência Brasil
Coronavírus

Covid-19: Brasil tem 142.058 mortes e 4,74 milhões de infectados

Foto: Reprodução

Após romper a triste barreira das 140 mil mortes por Covid-19, o Brasil segue ocupando uma das piores colocações do mundo em rankings negativos da doença. O país é o segundo com mais mortes e o terceiro em número de casos. Mesmo com queda nas médias móveis de registro, os ainda altos registros devem levar o Brasil a ultrapassar a Bolívia em mortalidade nos próximos dias. Nesta segunda-feira (28/9) foram acrescentadas mais 317 fatalidades e 13.155 infecções, totalizando 142.058 óbitos e 4.745.464 positivos para a doença desde o início da pandemia.

A taxa de mortalidade brasileira, de 3%, coloca o Brasil na quinta pior posição do mundo entre os países com mais de um milhão de habitantes. Mesmo com a queda da média móvel, a atualização de mortes na casa de 700 por dia indica que o país está cada vez mais perto de ultrapassar os números da Bolívia e da Espanha, países que ocupam o quarto e terceiro lugar do ranking negativo, respectivamente. De acordo com levantamento do site de estatística World o Meters, por milhão de habitantes, são 666 brasileiros que não resistiram ao vírus, enquanto na Bolívia o índice é de 671 e na Espanha de 672.

Por outro lado, o fechamento da semana epidemiológica 39 mostrou quedas em relação à semana anterior. Com 4.874 óbitos no acumulado dos sete dias, a média móvel semanal fechou em 696 mortes. Isso representa uma diminuição de 8,4% nas perdas em relação à semana anterior. Ao fazer o cálculo dos 14 dias fechados em comparação com as duas semanas anteriores, a queda foi de 5,1%. Ao se falar em infecções os números caíram 10,7% da semana 38 para a 39 e a média móvel ficou em 27.107 novos casos a cada atualização.

Estados

Com os elevados números de mortes, o país tem 23 das 27 unidades federativas somando mais de mil mortes cada. Somente quatro estados ficam de fora dessa lista: Tocantins, com 922 mortes, Amapá, com 702 óbitos, Acre, com 657, e Roraima, com 637. Do lado contrário, no topo da tabela, São Paulo e Rio de Janeiro são as únicas unidades federativas com mais de 10 mil mortes. O estado paulista lidera o ranking negativo de mortes provocadas pela covid-19, com 35.125 vidas perdidas pelo novo coronavírus; no Rio são 18.291 vítimas.

Em seguida estão: Ceará (8.921), Pernambuco (8.190), Minas Gerais (7.240), Pará (6.551), Bahia (6.648), Rio Grande do Sul (4.648), Goiás (4.529), Paraná (4.378), Amazonas (4.031), Maranhão (3.735), Espírito Santo (3.524), Mato Grosso (3.372), Distrito Federal (3.203), Paraíba (2.804), Santa Catarina (2.765), Rio Grande do Norte (2.377), Piauí (2.101), Alagoas (2.062), Sergipe (2.025), Rondônia (1.340) e Mato Grosso do Sul (1.278).

Jair Sampaio
Coronavírus

Estudo brasileiro aponta que Covid-19 pode causar danos cerebrais

Um estudo conduzido por um grupo de 17 cientistas indica que o novo coronavírus Sars-Cov-2, responsável pela pandemia de Covid-19, é capaz de infectar células neurais. Os pesquisadores alertam para o risco de danos no sistema nervoso central de infectados. O trabalho foi conduzido através de uma parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino.

Os resultados do estudo estão disponíveis no portal bioRxiv, que se dedica à publicação de artigos em modalidade preprint. São trabalhos que ainda não foram revisados por outros cientistas. Assim, o estudo ainda deverá ser submetido a uma avaliação externa.

Os pesquisadores analisaram o tecido neural de uma criança que morreu em decorrência da Covid-19. Como em outras pesquisas, não se detectou a presença do novo coronavírus na massa encefálica. No entanto, o Sars-Cov-2 foi encontrado no revestimento de células neurais que estão na caixa craniana.

“Partículas virais foram detectadas principalmente no plexo coróide (ChP) e ventrículo lateral (LV), em menor grau no córtex do cérebro humano, mas não no resto do parênquima cerebral”, registra o estudo.

De acordo com o trabalho, o novo coronavírus tem capacidade de infectar células neurais, embora não consiga se replicar no sistema nervoso central. No entanto, ao infectar o plexo coróide, há uma reação do sistema imunológico do organismo humano. No caso analisado, os pesquisadores acreditam que essa reação pode ter permitido que o novo coronavírus, células imunes e citocinas acessassem o sistema nervoso central e causassem danos no cérebro da criança.

No início da pandemia, a Covid-19 chegou a ser descrita como uma infecção no sistema respiratório. O avanço dos estudos, porém, mostrou que a doença poderia afetar também outros órgãos, como rins e coração. A preocupação com o sistema nervoso, por sua vez, decorre de manifestações neurológicas observadas em alguns casos. Ocorrências de acidente vascular cerebral e encefalite, por exemplo, foram relatadas em pacientes com Covid-19. “Manifestações neurológicas descritas são provavelmente devido a efeitos colaterais de uma resposta imunológica sistêmica ao vírus”, sugere o estudo.

Blog do Jair Sampaio
Coronavírus

Brasil cria plástico que inativa o novo coronavírus em minutos

As normas técnicas que medem a atividade antiviral em plásticos e outras superfícies não porosas estabelecem que o material deve confirmar essa ação em pelo menos quatro horas

Maçanetas, botões de elevadores e até telas de celulares sensíveis ao toque não poderão mais transmitir o novo coronavírus devido a um plástico adesivo desenvolvido no Brasil, que pode inativar o SARS-CoV-2 em minutos por contato. Segundo o estudo divulgado hoje, o material, feito de polietileno e com micropartículas de prata e sílica (óxido de silício) na sua estrutura, se mostrou capaz de eliminar 99,84% das partículas do novo vírus após dois minutos de contato.

Lançado pela empresa Promaflex, especializada na produção desse tipo de películas, o material foi desenvolvido pela companhia Nanox com o apoio do programa de investigação inovadora para pequenas empresas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

As normas técnicas que medem a atividade antiviral em plásticos e outras superfícies não porosas estabelecem que o material deve confirmar essa ação em pelo menos quatro horas.

Blog do Ismael Medeiros
Coronavírus

COVID: Vacina de Oxford será testada em Natal

Depois de retomar os testes da vacina contra a Covid-19 no Brasil, a Universidade de Oxford dobrará o número de voluntários que serão imunizados no país, de 5.000 para 10 mil pessoas, informa O Globo.

Para isso, dobrará também o número de cidades brasileiras participantes do estudo: vão somar-se a São Paulo, Rio e Salvador os municípios de Natal (RN), Santa Maria (RS) e Porto Alegre (RS).

De acordo com o jornal carioca, as clínicas nessas três últimas cidades já estão prontas e devem começar a recrutar voluntários acima dos 18 anos de idade na semana que vem, após o aval da Anvisa.

Segundo Sue Ann Clemens, coordenadora dos testes da vacina de Oxford (em parceria com a AstraZeneca) no Brasil e professora da Unifesp, o recrutamento será “competitivo” –ou seja, cada centro poderá vacinar o número de voluntários que conseguir, até o limite de 10 mil no país ser atingido.

Na semana passada, os testes com a vacina de Oxford haviam sido suspensos devido à suspeita de reação adversa grave numa voluntária do Reino Unido.

O ANTAGONISTA
Coronavírus

Brasil tem menor média de mortes por covid dos últimos 110 dias

O Brasil tem dado sinais de vitória na batalha contra o covid. A redução de 15% nos novos casos e a experiência adquirida por profissionais de saúde no tratamento da doença foram fundamentais para a queda dos óbitos, que despencou 22,5% nos últimos 30 dias. Nesse período, segundo o Worldometer, a média de óbitos no Brasil caiu de 1.066 para 827 e atingiu o menor patamar desde o dia 20 de maio, há 110 dias.

A queda de 22,5% nos óbitos foi tão expressiva que até o “jornalismo de funerária” se viu obrigado a admiti-la em horário nobre, pela primeira vez.

A média de novas infecções também seguem tendência de queda e os casos ativos caíram de 818,5 mil para 693,6 mil, -15,3% em 30 dias.

No domingo, a Índia, que segue tendência de alta nos casos, ultrapassou o Brasil. Devido à enorme população deve ultrapassar os EUA até 2021.

O caso da Índia assusta. Se a taxa de contágio igualar a do Brasil e EUA, haverá mais casos na Índia do que em todo o resto do mundo.

DIÁRIO DO PODER
Coronavírus » Rio Grande do Norte

RN registra 62.432 casos confirmados e 2.275 mortes por Covid-19

O Rio Grande do Norte tem 62.432 casos confirmados e 2.275 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia. Os dados foram atualizados nesta quarta-feira (2) pela Secretaria do Estado de Saúde Pública (Sesap). Nas últimas 24 horas, o estado registrou mais 10 mortes em relação ao boletim anterior (veja gráfico acima) e 441 novos casos. Outros 217 óbitos estão sob investigação.

Na terça-feira (1º), o estado tinha 61.991 casos confirmados e 2.265 mortes.

Segundo o atual boletim da Sesap, o Rio Grande do Norte tem ainda 26.338 casos suspeitos e outros 117.668 descartados. O número de confirmados recuperados segue em 37.767. Os casos inconclusivos, que agora são tratados como “Síndrome Gripal não especificada”, são 52.761.

De acordo com a pasta, 245 pessoas estão internadas por causa da Covid-19 no RN, sendo 195 na rede pública e 50 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 41,7% na rede pública e de 17% na rede privada.

De acordo com o boletim, 158.210 testes de coronavírus foram realizados no estado, sendo 76.710 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 81.500 sorológicos.

Por G1 RN

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